videodanças

De água nem tão doce 2006
Realização Ministério da Cultura

“De Água Nem Tão Doce” tem como ponto de partida o conto homônimo da escritora Marina Colasanti. A idealização do feminino, a dependência do outro e as armadilhas do amor opressor são narradas através da história de uma sereia que passa seus dias confinada à uma banheira sob os cuidados de um homem que seria seu amante. Uma situação inusitada, mas tratada sem espanto, com a naturalidade de uma crônica do cotidiano.
Ficha Técnica:
Criação: Laura Virgínia e Shirley Farias
Performance: Júlio César Campos e Laura Virgínia
Produção de Set: Mariana Pimentel
Câmera/Fotografia: Cícero Bezerra
Edição: Fabiana Ferreira

Retina 2009
Patrocínio FAC – Fundo de Apoio à Cultura da secretaria de cultura do DF
assista a videodança aqui

Quer estabelecer uma analogia entre o olhar e a intimidade. Um homem comum, leitor do mundo, distorce, vê sem nitidez, percebe confusamente, após um sonho com uma mulher/desenho. Seu mundo se desorganiza e organiza, conforme a dança revelada, criando uma dinâmica de decifração. A ação de ver passa a ser a porta de acesso para universos múltiplos, como diria Borges: “Ler é uma arte da distância e da escala.”
Ficha Técnica:
Direção, Coreografia e Roteiro: Laura Virginia
Direção de Fotografia e Câmera: Cícero Bezerra
Produção e Assistência de Direção: Janaína Bizinoto
Direção de Arte e Figurinos: Andréa Patzsch
Edição: Marcius Barbieri
Edição de Som: Francisco Crayesmaer
Elenco Margaridas Dança: Andréia Tang, Cleani Marques, Janaína Bizinoto, Júlio César Campos, Laura Virgínia e Sérgio Marabocaiala
Convidados: Adirson de Vasconcelos Junior, Ary Coelho, Alexandre Nas, Camillo Vacalebre, Édi Oliveira, Fabiana Garcez, Janaína André, Kênya Sampaio, Micheline Santiago e Soraia Silva
Trilha Sonora: Composição e Execução: Val Klay e Participação Conceitual: J.G. Pinheiro
Assistência de Produção: Luísa Lemos
Design Gráfico: Erika Pacheco
Linha do Tempo de exibições da videodança Retina
2016
— A cidade que invente(amos) ciclo de eventos sobre arquitetura e urbanismo
Galeria deCurators Brasília DF
mídia
2015
— Exposição Onde anda a onda galeria deCurators
Museu da República Brasília DF
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2014
— Dança em Foco – mostra internacional de vídeo e dança
Teatro Cacilda Becker Rio de Janeiro/ RJ
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2013
— Dançando para Câmera – Festival internacional da novadança
CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil Brasília/ DF
mídia
— Conexões Criativas 2 – a Dança pelo olhar do vídeo
Espaço Coletivo Recife/ PE
mídia
— Dança para Tela – Mostra de Videodança Cult Dance
Centro Cultural José Octavio Guizzo Campo Grande/ MS
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Teatro Sebastião Pompeu de Pina Pirenópolis/ GO
mídia
Teatro Sesi Centro João Pessoa/PB
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Festival Sesi de Dança Teatro Sesi Goiânia/ GO
mídia
— Festidança
Teatro Municipal de São José dos Campos / SP
Espaço Cultural Clemente Gomes São José dos Campos / SP
Espaço Cultural Flavio Craveiro São José dos Campos / SP
Espaço Cultural Cine Santana São José dos Campos / SP
mídia
— Festival Marco Zero, XII Mostra de Dança do FDDFE – Fórum de Dança do DF e Entorno
Centro Cultural Renato Russo Brasília/ DF
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— Mostra de Videodança Colecção B Évora/ PT e Acervo Mariposa/ BR
Espaços Públicos e Igreja de São Vicente Évora/ PT
mídia
— VII Mexido de Dança
Teatro Sesc Silvio Barbato Brasília/ DF
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2012
— Dança para Tela – mostra de videodança
Teatro Arraial Recife/ PE
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— Festival Internacional VivaDança Salvador/ BA
Teatro Oi Futuro Klauss Vianna Belo Horizonte/ MG
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— Ocupação Artística Personal Pilates
Sudoeste, Brasília/ DF
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— Mostra Laura Virgínia/ Margaridas Dança no Curso de Extensão Dança para Tela
Auditório do Memorial Darcy Ribeiro UnB Brasília/ DF
mídia
2010
— Mostra de Videodança do Festival Marco Zero
Museu Nacional da República, Brasília/ DF
mídia
— Evento Hipercorpo (5 sessões)
Teatro Sesc Ipiranga São Paulo/ SP
2009
— Mostra de videodanças Lanterninha
Cine Olido São Paulo/ SP
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—Estreia Absoluta da Retina videodança (5 sessões)
Sala 5 do Centro de Dança do DF Brasília/ DF
mídia

Abs8-S3-x0, eixo monumental dos prazeres – saída sorte 2011
Patrocínio FAC – Fundo de Apoio à Cultura da secretaria de cultura do DF

Narra por meio de imagens, os inícios de relações afetivas, os encontros primeiros, o flerte, a paquera, a dança de par que faz aproximar desconhecidos. O abraço na dança de par é valorizado na coreografia de Laura Virgínia  que se utilizou do gesto como referência do primeiro contato com a outra pessoa. “As danças de par na cultura da América Latina, são fundamentais, em alguns países, elas são o termômetro no qual se mede uma possível relação, se pode ir adiante ou não. Se o par encontrar um ritmo e melodia comuns, uma afinidade corporal são os sinais que a relação pode vir a vingar.” Diz a coreógrafa.
O nome quer fazer referência a forma de endereços de Brasília como se fosse siglas CLN, AOF, . Normalmente transita-se por Brasília de uma sigla para outra e isso é comum na nossa linguagem: vou para setecentos, é na comercial, ele mora na sul. Criamos esse localizador como um espaço inventado, um lugar diferente do cotidiano, local onde a fantasia e magia podem acontecer por meio da dança.
As imagens e a dança de Abs8 são mostradas por uma linguagem recente chamada videodança que a união da dança, no caso dança contemporânea, com a linguagem do vídeo. A diferença dessa linguagem é que a forma da captação das imagens, a coreografia e a edição estão implicadas com uma visão do  diretor e coreógrafo e da fotografia que mostram poéticas autorais e tratam esteticamente de tudo que compõem a imagem final. Isso difere-se do registro de uma coreografia que objetiva mostrar da melhor maneira possível os corpos e os seus movimentos.
Ficha Técnica:
Direção, Coreografia e Roteiro: Laura Virgínia
Direção de Fotografia: Cícero Bezerra
Elenco Margaridas Dança Andréia Tang, Cleani Marques Calazans, Janaína Bizinoto, Júlio César Campos, Laura Virgínia e Sergio Marabocaiala
Convidados Alexandre Nas e Oscar Ricarte Dalvi
Produção: Janaína Bizinoto
Figurinos: Andrea Patzsch
Máscaras: Tereza Miralles Riba
Edição: Aluizio Alves e Tiago Alves
Assistência de Produção: Luísa Lemos
Design Gráfico Erika Pacheco

 Pequenas Criaturas 2012
Prêmio FUNARTE bolsa de residência em artes cênicas 2011
Patrocínio FAC – Fundo de Apoio à Cultura da secretaria de cultura do DF

É uma série de 4 videodanças de realização do Margaridas Dança. O projeto foi concebido a partir do binômio existencial tempo-espaço, pequena por causa da duração de cada videodança e criatura – cada obra de arte criada é um ser de vida própria. Cada videodança é fechado em si quanto a sua concepção, estética e realização – essa opção foi feita visando deixar cada criatura no seu universo intenso e peculiar.

 Pequena Criatura 1
Alfama, Lisboa, Portugal

Realizado em Lisboa teve como fonte de inspiração um conto de Alan Ligthmann do livro “Sonhos de Einstein”. Filmado no bairro de Alfama, as ruínas de uma cidade que desaparece dentrodela mesma, interpretada por uma criatura que conhece intimamente cada pequena poética do lugar passado e presente.
 Ficha Técnica:
Direção geral e guião: Laura Virgínia
Performer: Mariana Pimentel
Realização, montagem, desenho de som e pós-produção: André da Conceição Francioli
Direção de imagem: Nuno Ferreira
Figurino e maquilagem: Sara Coimbra Loureiro
Cerâmicas: Patricia Frajmund
Direção de som: Ricardo Pereira
Assistente de produção: Diana Bastos Niepce
“Best Girl”: Renata Fukuda
Produção: Margaridas Dança
Produção Audiovisual (Lisboa): Bola Oito Produções

 Pequena Criatura 2
Bloomsburry, Londres, Inglaterra

Bloomsburry, bairro em Londres que nomeou o grupo de artistas e intelectuais do final da era vitoriana na Inglaterra, do qual participou Virginia Woolf, seu livro “Um teto todo seu” foi fonte de inspiração para o segundo video da série. A demarcação do bairro como apropriação da identidade feminina – de um modo singular de estar no mundo. Segundo videodança da série Pequenas Criaturas inspirado no livro Um teto todo seu de Virginia Woolf
Ficha Técnica:
criação: Gisel Carriconde Azevedo e Laura Virgínia
performer: Laura Virgínia
voz em off: Susan Jones
trechos do livro: Um teto todo seu de Virginia Woolf
figurino: So High Soho

 Pequena Criatura 3
São Sebastião, Distrito Federal, Brasil

“Qual é a minha relação como o cerrado?”, essa pergunta é o mote de investigação dos movimentos criados para a videodança que se inspira no livro “Soprinho” – o segredo do Bosque Encantado de Fernanda Lopes de Almeida. A filmagem acontece no cerrado brasiliense, retomando as biografias dos bailarinos como referencial ao espaço em que fazem as suas criações.
Ficha Técnica:
Criação e Direção – Laura Virgínia
Performers: Cleani Marques Calazans, Janaína Bizinoto e Júlio César Campos
Treinamento energético: Pedro Sangeon
Figurinos: Andrea Patzsch

Pequena Criatura 4
Campo da Esperança, Brasília, Brasil

7 criadores vindos de Recife, Bahia, São Paulo e do DF reunidos em residência artística na Colina/Universidade de Brasília, criaram em uma semana esse videodança, utilizando a câmera GO PRO, encima do tema: antiturismo – qual é local na sua cidade que nunca levaria um turista?
Criação e Performance: Gustavo Fataki (São José dos Campos/SP); Marcelo Sena e Liana Gesteira (Recife/PE); Andréia Oliveira e Luna Dias  (Salvador/BA); Camila Oliveira, Laura Virgínia e Olivia Aprigliano Orthof  (Brasília/DF).


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